A Polícia Civil localizou na madrugada deste sábado (08) o corpo do jovem João Vitor Ricardo de Amorim, que estava desaparecido, no município de Colniza (MT). A descoberta aconteceu após a apreensão do principal suspeito, D.G, que indicou espontaneamente o local onde o corpo havia sido enterrado.
De acordo com a investigação, após o desaparecimento da vítima, o suspeito havia fugido da cidade, tomando rumo ignorado. No entanto, a polícia recebeu informações de que ele teria retornado recentemente a Colniza. Diante disso, a equipe passou a monitorar os locais que ele costumava frequentar.
Por volta da 1h da madrugada, durante diligências em um bar conhecido como Unibar, os investigadores localizaram D.G e realizaram a apreensão do menor, que foi cientificado sobre o mandado de internação existente em seu desfavor. Como o suspeito não possuía contato com familiares, o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar os procedimentos.
Durante a ação, de forma espontânea, o suspeito levou a equipe até o local onde o corpo de João Vitor estava enterrado. O corpo foi desenterrado e retirado pela Polícia Civil, com apoio da AMEC, sendo encaminhado para os procedimentos legais.
Desdobramentos
No desdobramento da operação, mais dois suspeitos foram presos pelo crime de tráfico de drogas. Apesar da quantidade de entorpecentes apreendida ser considerada pequena, a polícia informou que ambos são investigados por integrarem uma organização criminosa que atua na região.
As investigações seguem em andamento para esclarecer a motivação do crime e a possível participação de outras pessoas no caso.
Mas vale ressaltar que, desde o dia do crime, a Polícia Judiciária Civil de Colniza tomou conhecimento e não parou enquanto não prendeu o suspeito e localizou o corpo da vítima.
Essa é uma demonstração de tolerância zero contra o crime e que nada ficará impune na região de Colniza, sob o comando do Delegado Dr Breno.
Homem morre em grave acidente entre motocicleta e carreta na MT-338 em Porto dos Gaúchos
Tarcísio sai em defesa de monitor de escola cívico-militar após erro de português: “Quem não erra?”
Prints de grupo de WhatsApp de policiais indicam tortura e abuso sexual contra detentas em MT
Boleto
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:
Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.