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Novas regras de segurança do PIX começam a valer nesta segunda-feira

Agora, com as novas regras, o sistema passa a rastrear com mais precisão o caminho do dinheiro, permitindo a recuperação dos valores mesmo depois que eles saem da conta original do golpista.

Escrito por Samantha Quinzani

02 FEV 2026 - 14H46

A partir desta segunda-feira (2), entram em vigor novas regras de segurança do PIX. Os bancos passam a ser obrigados a seguir as mudanças, que têm como foco reforçar o combate a fraudes no sistema de transferências em tempo real.

Com isso, começa a valer de forma obrigatória a versão 2.0 do Mecanismo Especial de Devolução (MED), que facilita a restituição de valores em casos de fraude ou falha operacional.

Antes, a devolução só podia ser feita a partir da conta usada diretamente no golpe. O problema é que os criminosos costumam transferir o dinheiro rapidamente para outras contas, o que dificultava o rastreamento.

Agora, com as novas regras, o sistema passa a rastrear com mais precisão o caminho do dinheiro, permitindo a recuperação dos valores mesmo depois que eles saem da conta original do golpista.

O Banco Central afirma que a medida deve aumentar a identificação de contas usadas em fraudes e melhorar a devolução dos valores, ajudando a desestimular esse tipo de crime. Segundo o BC, essas informações também serão compartilhadas entre as instituições financeiras para evitar que essas contas sejam usadas em novas fraudes.

De acordo com o Banco Central, a devolução dos recursos poderá ser feita em até 11 dias após a contestação da transação.

Autoatendimento

Desde 1º de outubro, bancos e instituições financeiras passaram a oferecer, dentro do ambiente PIX nos aplicativos, uma função de autoatendimento para contestação de transações suspeitas, sem a necessidade de falar com um atendente.

Esse será o principal canal para que o usuário solicite a devolução de valores em casos de fraude. A expectativa é que o processo seja mais rápido, aumentando as chances de ainda haver dinheiro na conta do fraudador para que a devolução seja feita à vítima.

Fonte: G1

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Por Samantha Quinzani, em Economia

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