O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, nesta quarta-feira, a Operação Boca Vermelha em Sinop, com o objetivo de cumprir cinco mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão em empresas suspeitas de envolvimento com o crime organizado.
As investigações revelaram que essas empresas funcionavam como fachada para atividades ilícitas, como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Segundo o Gaeco, três prostíbulos foram utilizados por uma facção criminosa para movimentar recursos ilegais, comercializar entorpecentes e sediar um “Tribunal do Crime” — prática em que membros da organização impõem punições a quem descumpre suas normas internas, conforme destacou o Ministério Público.
A 5ª Vara Criminal de Sinop determinou ainda o bloqueio das contas bancárias das empresas investigadas, com valores que podem alcançar até R$ 500 mil por pessoa envolvida. Também foi expedida ordem para que a Receita Federal suspenda os CNPJs das referidas empresas.
Durante as diligências, foram apreendidas armas de fogo e porções de drogas.
O Gaeco é uma força-tarefa integrada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.
Fonte: PJC
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