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Como a inteligência artificial pode facilitar sua vida no mundo digital?

Mesmo que você não seja um nativo digital, use a ferramenta para descomplicar a vida e ganhar um tempo precioso.

Escrito por Samantha Quinzani

05 FEV 2026 - 18H30

Aprender a se virar no mundo digital já não é opcional — é essencial, inclusive para quem acredita não ter afinidade com tecnologia. Nesse cenário, a inteligência artificial (IA) surge como uma grande aliada. Ferramentas como ChatGPT, Google Gemini, Microsoft Copilot e, mais recentemente, a Apple Intelligence ajudam a enfrentar a burocracia, simplificar tarefas do dia a dia e evitar que o usuário seja “derrotado” pelo sistema. A sensação de apoio é ainda maior ao lidar com serviços de baixa qualidade, atendimentos pouco solícitos ou documentos longos e difíceis de entender.

A chamada inteligência artificial generativa é o tipo de tecnologia que vem dominando as manchetes. Esses chatbots — programas desenvolvidos para simular conversas humanas — conseguem produzir textos, áudios, imagens e vídeos em poucos segundos a partir de comandos do usuário. As respostas são geradas com base em grandes volumes de dados usados no treinamento dessas ferramentas, conhecidos como grandes modelos de linguagem (LLMs), que podem incluir desde a internet em geral até bases de dados mais específicas.

Para obter bons resultados, o ponto-chave é saber criar um bom prompt, ou seja, o comando dado à IA. Quanto mais claro e detalhado for o pedido, melhor será a resposta. Em vez de fazer solicitações genéricas, o ideal é ser específico. Por exemplo, não basta pedir uma sugestão de férias de verão. Pense em tudo o que perguntaria a um agente de turismo e detalhe: destino, duração da viagem, orçamento, local de saída, tipo de hospedagem e estimativa de gastos com alimentação e transporte.

A grande vantagem da IA generativa em relação à pesquisa tradicional na internet é a possibilidade de aprofundar o tema com perguntas sucessivas. A cada novo questionamento, a ferramenta ajusta as respostas e se torna mais precisa. Uma dica extra é pedir que a própria IA sugira perguntas que você talvez nem tivesse considerado.

O ideal é começar com situações simples do cotidiano: criar uma receita com os ingredientes que estão prestes a vencer na geladeira, descobrir formas de economizar na conta do celular ou redigir um e-mail para a central de atendimento de uma empresa. Em casos como pedidos de ressarcimento por bagagem extraviada, por exemplo, basta solicitar algo como: “Rascunhe uma carta para...” e incluir os detalhes necessários. A revisão gramatical também pode ficar por conta da ferramenta.

A IA ainda é útil para resumir documentos longos, simplificar termos técnicos e explicar assuntos complexos de forma mais didática — vale até pedir que a explicação seja feita como se o leitor tivesse dez anos.

Apesar de todas as vantagens, é fundamental não tratar as respostas da IA como verdades absolutas. Essas ferramentas podem “alucinar”, ou seja, apresentar informações imprecisas ou enviesadas. Sempre que possível, peça que os dados sejam baseados em fontes confiáveis e redobre a atenção em temas financeiros, jurídicos e médicos. Nesses casos, a orientação de profissionais qualificados continua sendo indispensável.

Por fim, evite fornecer dados pessoais ou financeiros sensíveis e lembre-se: a inteligência artificial é uma ferramenta poderosa, mas não substitui o senso crítico nem o acompanhamento humano em decisões importantes.

Fonte: G1

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Por Samantha Quinzani, em Tecnologia

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