Na madrugada desta segunda-feira, 6 de janeiro, a Polícia Militar de Novo Horizonte do Norte prendeu duas mulheres e recuperou joias e relógios de alto valor, avaliados em aproximadamente meio milhão de reais. Os itens pertencem a uma loja de joias localizada em Juara e haviam sido roubados em um assalto realizado por quatro homens no dia 12 de novembro de 2024.
A operação foi comandada pelo soldado Vargas, com apoio do soldado Proença, e ocorreu na rodovia MT-338, entre Novo Horizonte do Norte e Porto dos Gaúchos. Durante uma vigilância noturna voltada ao combate de crimes como tráfico de drogas e roubos de veículos, os policiais identificaram um veículo de aplicativo em atitude suspeita.
Ao ser dada a ordem de parada, o motorista ignorou a sinalização, iniciando uma perseguição. Após a abordagem, os policiais realizaram uma revista no veículo e encontraram joias e relógios de alto valor.
As mulheres confessaram que estavam transportando os itens roubados a mando de uma organização criminosa e que receberiam R$ 2.500 cada pelo serviço. Acredita-se que as joias estavam enterradas anteriormente, uma vez que as malas onde estavam acondicionadas apresentavam sujeira e umidade.
O soldado Vargas destacou que parte do material roubado já havia sido recuperado em operações anteriores, nas quais alguns dos criminosos envolvidos foram presos e outros mortos em confronto com a polícia.
Investigações continuam
Com a prisão das mulheres e a recuperação de mais itens roubados, as investigações prosseguem para identificar e capturar outros integrantes do grupo criminoso responsável pelo assalto.
A ação da Polícia Militar reafirma o compromisso com a segurança e a ordem na região, além de representar um duro golpe contra o crime organizado.
Fonte: Redação Eberth Rodrigues.
Polícia Civil prende último suspeito de grupo criminoso responsável por roubos em Juara
As ordens judiciais são resultado de uma investigação conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Juara, que apurou crimes patrimoniais violentos registrados na região. Conforme as investigações, o grupo criminoso utilizava armas de fogo e mantinha as vítimas sob restrição de liberdade durante a subtração dos bens.
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