A investigação foi conduzida pela Polícia Judiciária Civil de Guarantã do Norte. Na manhã desta sexta-feira 04/04,os investigadores prenderam uma servidora contratada que prestava serviços na delegacia de polícia como escrivã, ela é acusada de desviar armas de fogo da delegacia municipal. A investigação teve início após a comunicação do desaparecimento de armamentos apreendidos.
A equipe do Núcleo de Investigação da PJC agiu prontamente, obtendo informações sobre o paradeiro de algumas armas.
O caso ganhou contornos ainda mais delicados ao envolver uma servidora que prestava serviço na própria PJC, contratada e cedida pela prefeitura para a Delegacia de Guarantã.
A PJC não hesitou em aprofundar a investigação sobre o possível envolvimento da servidora, demonstrando que a instituição não tolera desvios de conduta, mesmo que isso signifique investigar internamente seus próprios membros.
Diante das evidências apresentadas na investigação, foi representado pela prisão preventiva da servidora, sendo a mesma decretada pelo juízo local e cumprida na manha de hoje na própria sede da Delegacia de Polícia Civil de Guarantã do Norte.
A atuação da Polícia Judiciária Civil neste caso demonstra o compromisso da instituição com os princípios republicanos, a apuração rigorosa de ilícitos penais e a transparência, mesmo quando envolve pessoas que prestam serviços dentro da própria corporação, sejam eles policiais ou não.
"A PJC-MT reafirma seu compromisso inabalável com a lei e a ordem, não tolerando desvios de conduta e agindo com rigor para garantir a segurança da sociedade", declarou o Delegado Titular da Delegacia de polícia de Guarantã do Norte-MT Waner dos Santos Neves.
"Este caso demonstra que a instituição não hesitará em investigar e punir qualquer um que viole a lei, independentemente de sua posição ou função." Disse o Delegado Fabio Viana Mateus, responsável pela investigação.
Ações como essa fortalecem a confiança pública na Polícia Judiciária Civil e na credibilidade da instituição, mostrando que a PJC-MT está empenhada em construir uma sociedade mais justa e segura para todos.
A Polícia Judiciária Civil continua as investigações para identificar outros possíveis envolvidos no esquema de desvio e comercialização ilegal de armas. A instituição reafirma seu compromisso em combater o crime e garantir a segurança da população mato-grossense.
Fonte: TV Amplitude
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O atendimento será realizado diretamente na aldeia, que fica a cerca de 60 quilômetros de distância, com acesso pela Estrada Vicinal Esperancinha e pela rodovia estadual MT-338.
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