Um cabo da Polícia Militar, identificado pelas iniciais L.S.B., de 31 anos, está sendo investigado pela Polícia Civil após ser denunciado pela ex-namorada por crimes de violência física, tortura e estupro ocorridos no município de Lucas do Rio Verde.
De acordo com a denúncia, o militar teria iniciado as agressões após encontrar conversas da vítima, de 30 anos, com amigas no celular. A mulher relata que, a partir desse momento, passou a sofrer uma série de abusos físicos e sexuais.
Segundo o depoimento, além do policial, outros três homens também teriam participado das agressões. A vítima afirma que foi levada para um imóvel em reforma durante o feriado de Carnaval, onde teria sido dopada e obrigada a consumir pasta-base, o que fez com que perdesse a consciência em diversos momentos.
Em entrevista ao jornal A Gazeta, a mulher apresentou uma lesão em um dos braços que, segundo ela, teria sido provocada pelo cano de uma arma de fogo. Conforme o relato, o policial teria efetuado um disparo para o alto e, em seguida, encostado a pistola na pele dela, causando uma queimadura.
A vítima afirma estar em estado de choque e teme pela própria vida, mesmo após obter na Justiça uma Medida Protetiva de Urgência. Segundo ela, tanto ela quanto familiares teriam recebido ameaças de morte.
Ainda conforme o depoimento prestado à polícia, as agressões começaram na noite do domingo de Carnaval e teriam se estendido por cerca de 36 horas. Durante esse período, a vítima relata ter permanecido sob efeito de drogas em vários momentos, com lapsos de consciência.
Ela também afirmou que foi levada a um imóvel em reforma, onde teria sido obrigada a manter relação sexual com um pedreiro. Segundo o relato, o policial teria feito ameaças constantes e a submetido a situações degradantes.
Investigação
De acordo com o delegado Richard Damasceno, coordenador do Plantão 24 Horas de Violência Doméstica, após prestar depoimento, a vítima foi encaminhada para exame de corpo de delito e teve as roupas recolhidas para perícia.
Como os fatos denunciados ocorreram em Lucas do Rio Verde, o caso está sendo investigado pela Polícia Civil do município e tramita sob sigilo.
O tenente-coronel Paulo Secchi, comandante do 14º Comando Regional da Polícia Militar, informou que o cabo investigado foi retirado do serviço operacional e passou a exercer funções administrativas dentro do quartel.
A Corregedoria-Geral da Polícia Militar também abriu procedimento para apurar os fatos e verificar a possível participação de outros envolvidos.
Fonte: Gazeta digital
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