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CRM-MT investiga dois médicos presos por estupro em menos de 24 horas em MT

Casos ocorreram em Tangará da Serra e Barra do Garças; conselho abriu sindicâncias para apurar possíveis infrações éticas

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Escrito por Samantha Quinzani

22 MAI 2026 - 17H58

O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) abriu investigações para apurar a conduta de dois médicos presos por estupro em um intervalo inferior a 24 horas no estado. Os casos aconteceram nos municípios de Tangará da Serra e Barra do Garças.

Nesta quinta-feira (21), o conselho informou a abertura de uma sindicância contra um médico de 45 anos, preso em Tangará da Serra após condenação por estuprar as próprias sobrinhas, de 6 e 13 anos, entre os anos de 2016 e 2020.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito aproveitava momentos em que ficava sozinho com as crianças para cometer os abusos. As investigações também apontaram que ele fazia ameaças de morte contra familiares para evitar que os crimes fossem denunciados.

Durante interrogatório, o médico negou as acusações e afirmou que a denúncia teria sido motivada por disputas familiares relacionadas à divisão de terras. Em primeira instância, ele foi condenado a 40 anos de prisão, mas a pena foi reduzida para 23 anos após recurso.

Em nota, o CRM-MT informou que a sindicância foi instaurada para verificar possíveis violações ao Código de Ética Médica. O procedimento tramita em sigilo.

Outro caso

Na quarta-feira (20), o conselho já havia instaurado outra sindicância contra o médico João Paulo Moura Cavalcante, de 42 anos, preso em Barra do Garças, a 511 km de Cuiabá.

Segundo a Polícia Civil, havia dois mandados de prisão contra ele: um por violência doméstica e outro por condenação definitiva pelos crimes de estupro, sequestro, cárcere privado e lesão corporal praticados contra uma ex-companheira.

No primeiro caso, foi cumprido o mandado de prisão preventiva por ameaça e violência doméstica. Já o segundo mandado foi expedido após condenação definitiva, que fixou pena de 12 anos de reclusão.

O CRM-MT reforçou que todas as sindicâncias e processos ético-profissionais seguem sob sigilo, conforme determina o Código de Processo Ético-Profissional dos Conselhos de Medicina.

Fonte: G1MT

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Por Samantha Quinzani, em Polícia

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