O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) – Campus Juína conta com uma moderna estrutura voltada ao ensino, à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico na área agrícola. Entre os destaques está o Laboratório de Fertilidade do Solo, que vem recebendo investimentos em equipamentos e, neste mês de agosto, iniciou o processo de credenciamento junto à Embrapa.
Coordenado pelo professor Diego Gonçalves Feitosa, o laboratório é utilizado principalmente para pesquisas e aulas práticas, permitindo a realização de análises relacionadas à fertilidade e à física do solo.
Segundo o professor, a estrutura vem sendo construída há alguns anos e teve sua montagem concluída no ano passado, com investimentos do Programa Solo Vivo. Atualmente, o espaço é considerado um dos laboratórios de fertilidade do solo mais modernos de Mato Grosso.
“É um grande avanço para o campus, a contar com o que é de mais alto em tecnologia”, destacou Diego Feitosa.
O laboratório possui equipamentos que permitem a realização de análises de macro e micronutrientes, análises de rotina e avaliações completas relacionadas à fertilidade do solo. A modernização da estrutura também ampliou a capacidade de trabalho e pesquisa desenvolvida no campus.
Neste mês de agosto, o Laboratório de Fertilidade do Solo iniciou o processo de credenciamento junto à Embrapa. De acordo com o professor Diego, o procedimento pode levar aproximadamente um ano.
A expectativa é de que, após a conclusão do processo, o laboratório possa receber o selo de qualidade da Embrapa e, posteriormente, ampliar sua atuação para atender também demandas de produtores rurais de Juína e região.
“Se tudo der certo, esse processo dura aproximadamente um ano e, a partir do ano que vem, a gente já deve ter o selo de qualidade da Embrapa”, explicou o coordenador.
Com o credenciamento, a estrutura poderá representar uma importante ferramenta de apoio ao setor produtivo regional, possibilitando a realização de análises de solo que auxiliem produtores na tomada de decisões relacionadas ao manejo e à fertilidade das áreas agrícolas.
Além de atender às atividades de pesquisa e ensino, o laboratório também proporciona aos estudantes uma experiência prática diretamente relacionada à área de formação.
Atualmente, as atividades são realizadas por docentes e, principalmente, pelos próprios alunos, incluindo bolsistas e voluntários. Dessa forma, os estudantes têm contato direto com equipamentos e procedimentos utilizados nas análises de solo.
Para o professor Diego Feitosa, um dos principais diferenciais do laboratório é justamente o avanço tecnológico registrado nos últimos anos.
“Principalmente do ano passado para cá, nós recebemos vários equipamentos e instrumentos. É nítido que hoje a gente tem realmente o que é de ponta dentro da área”, afirmou.
Entre os novos equipamentos instalados está um sistema totalmente automatizado, que, segundo o professor, elevou significativamente a produtividade do laboratório.
A modernização da estrutura reforça o papel do IFMT Campo Juína na formação de estudantes, no desenvolvimento de pesquisas e na produção de conhecimento voltado à realidade agrícola da região, com a perspectiva de ampliar futuramente os serviços e benefícios para produtores rurais do município e de toda a região.
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