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Governo federal reconhece situação de emergência em Peixoto de Azevedo após chuvas intensas

Estradas, pontes e bueiros foram danificados e parte das vias ficou interditada, prejudicando moradores e a produção agrícola

Escrito por Samantha Quinzani

15 MAR 2026 - 09H22

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) reconheceu, na sexta-feira (13), a situação de emergência no município de Peixoto de Azevedo,após as fortes chuvas provocarem alagamentos e danos em estradas da região.

Com o reconhecimento federal, a prefeitura passa a ter autorização para solicitar recursos para ações de defesa civil, incluindo a aquisição de cestas básicas, água mineral, refeições para trabalhadores e voluntários, além de kits de limpeza, higiene pessoal e dormitório.

O decreto municipal de situação de emergência havia sido publicado no dia 2 deste mês e aponta diversos prejuízos causados pelas condições climáticas. Segundo o documento, as chuvas intensas provocaram a destruição de estradas, pontes e bueiros, além de alagamentos que resultaram em atoleiros, deslizamentos e bloqueios em vias municipais.

Moradores da região registraram em vídeos a água avançando sobre trechos do acostamento da BR-163. De acordo com relatos, um cenário semelhante havia sido registrado pela última vez em 2005.

As dificuldades nas estradas também afetaram o transporte na área rural. Uma carreta carregada com adubo chegou a tombar a cerca de seis quilômetros do destino, devido às condições da estrada.

A região mais afetada fica próxima à divisa entre Peixoto de Azevedo e Matupá. Em fevereiro, o município vizinho também decretou situação de emergência após uma forte tempestade provocar enchentes que atingiram mais de 20 residências.

Com o volume de chuvas acima do normal, várias estradas de terra próximas à rodovia foram interditadas, dificultando o deslocamento de moradores e o escoamento da produção agrícola. Segundo o vereador Oldair Dallazen (PRD), a situação é considerada crítica.

De acordo com ele, cerca de 80% das estradas estão interditadas, o que tem provocado prejuízos aos produtores rurais, especialmente na colheita da soja. As carretas têm dificuldade para trafegar e muitas acabam atolando nas vias.

Ainda conforme o parlamentar, não há previsão para a normalização total do tráfego. No entanto, equipes das secretarias municipais de Obras e Transporte seguem trabalhando para reduzir os impactos e restabelecer o acesso nas áreas mais afetadas.

Fonte: G1MT

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