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Uso excessivo de telas e “adultização” preocupam especialistas

Além das mudanças legais, especialistas alertam para os impactos do uso excessivo da internet na saúde física e mental de crianças e adolescentes.

Escrito por Welliton Medeiros

23 MAR 2026 - 15H51

Segundo a Presidente OAB/Professora de Direito da Ajes, Lindamir Paiva, o contato precoce e descontrolado com telas pode desencadear problemas como ansiedade, déficit de atenção e prejuízos no desenvolvimento cognitivo.

A advogada também chama atenção para comportamentos cada vez mais comuns, como a criação de perfis em redes sociais para crianças ainda muito pequenas, muitas vezes incentivada pelos próprios pais.

Outro ponto preocupante é a chamada “adultização”, quando crianças passam a reproduzir comportamentos e padrões inadequados para a idade, influenciadas por conteúdos digitais.

Casos recentes envolvendo crimes virtuais contra menores reforçam o alerta sobre a necessidade de vigilância constante. Situações como exposição indevida, fraudes e até crimes mais graves têm sido registradas com maior frequência.

Diante desse cenário, a orientação é clara: o uso da internet deve ser equilibrado e supervisionado.

A especialista reforça que a responsabilidade é compartilhada entre famílias, plataformas digitais e o poder público, sendo essencial a criação de políticas e práticas que garantam a proteção integral de crianças e adolescentes.

Mais do que nunca, o ambiente digital exige atenção, diálogo e presença ativa dos responsáveis na vida online dos menores.

Fonte: GRUPO AMPLITUDE

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