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Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro, aos 68 anos

A referência máxima do basquete brasileiro, conhecido como “Mão Santa”, deixa um legado histórico dentro e fora das quadras após décadas de conquistas e inspiração.

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Escrito por Fátima Marques

17 ABR 2026 - 17H14

Reprodução/ Redes sociais

O esporte brasileiro está de luto. Morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, Oscar Schmidt, considerado o maior ídolo do basquete masculino no Brasil e um dos maiores jogadores da história mundial. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do ex-atleta. A causa da morte não foi divulgada.

Mais cedo, Oscar chegou a ser atendido no Hospital e Maternidade Santa Ana, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, após passar mal.

Em nota, a família destacou a trajetória de coragem do ex-jogador, que por mais de 15 anos enfrentou um tumor cerebral com “dignidade, resiliência e amor à vida”. A despedida será realizada de forma reservada, restrita aos familiares, atendendo ao desejo por um momento íntimo.

Conhecido como “Mão Santa”, apelido que traduzia sua precisão nos arremessos, Oscar construiu uma carreira histórica. Foram 29 anos dedicados ao basquete, desde o início ainda jovem no Palmeiras até se tornar o maior cestinha da história do esporte, com impressionantes 49.737 pontos.

Entre os momentos mais marcantes da carreira está a vitória histórica da seleção brasileira sobre os Estados Unidos, em Indianápolis, durante os Jogos Pan-Americanos de 1987, quando foi o grande destaque da conquista.

O talento e a longevidade também o levaram a disputar cinco edições dos Jogos Olímpicos (1980, 1984, 1988, 1992 e 1996), consolidando seu nome entre os maiores atletas do basquete mundial. Seu legado foi reconhecido com a inclusão no Hall da Fama da Fiba, a Federação Internacional de Basquetebol.

Fora das quadras, Oscar também deixou sua marca como empresário e palestrante, sempre compartilhando valores que considerava fundamentais: a família, a fé e o amor ao país.

Mesmo após o diagnóstico de um tumor cerebral aos 55 anos, enfrentou cirurgias, tratamentos intensos e chegou a anunciar a cura após mais de uma década de luta contra a doença.

A morte de Oscar Schmidt representa uma perda imensurável para o esporte brasileiro. Seu legado, no entanto, permanece vivo — não apenas nos números impressionantes, mas na inspiração que deixa para gerações de atletas e admiradores em todo o mundo.

Fonte: Por Redação - Grupo Amplitude de Comunicação

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