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Motorista de aplicativo usa rede de proteção no carro para se prevenir de assaltos em SP

Passageiro compartilhou foto das janelas do veículo: 'Me sentindo no Jurassic Park, mas é só um uber tentando sobreviver', escreveu

Data: Quarta-feira, 12/07/2023 10:24
Fonte: Isabelle Amaral, do R7

Os motoristas da cidade de São Paulo têm precisado tomar medidas extremas para se proteger de roubos no trânsito. Prova disso é que viralizou nas redes sociais a foto de um motorista de aplicativo que instalou uma rede de proteção nas janelas do próprio carro.

Nas últimas semanas, casos como os da gangue da pedrada e do bonde do elevado, grupos de criminosos que estouram vidros de automóveis para roubar aparelhos celulares e outros bens, têm chocado os moradores da capital paulista.

A solução criativa do motorista contra a insegurança foi compartilhada por um dos seus passageiros. Leandro Nomura postou uma foto das janelas do veículo com a seguinte legenda: "Me sentindo no Jurassic Park, mas é só um uber tentando sobreviver em SP".

A publicação, feita no Twitter, gerou mais de 24 mil curtidas e diversos comentários de internautas que contam suas experiências com roubo dentro de veículos.

"Com certeza ele dirigiu pelas imediações do Glicério [no centro de São Paulo], porque passou lá e já perde um dos vidros como brinde", comentou um usuário. Outro brincou: "Ele está certo. Vidros blindados são caros".

Esse tipo de roubo não se limita ao centro da capital paulista. Na última semana, o apresentador José Ferreira Neto, conhecido como Craque Neto, foi assaltado na região do Morumbi, bairro nobre da cidade.

Ele estava com um colega em um carro parado no semáforo quando o criminoso se aproximou. O suspeito quebrou o vidro do passageiro, onde estava Neto, e levou seu celular.

O apresentador até tentou reagir e correu atrás do assaltante, mas não conseguiu recuperar o aparelho.

Só entre janeiro e fevereiro deste ano, mais de 25 mil furtos e roubos de celular foram registrados na cidade de São Paulo, o que corresponde a 36 casos por hora, em média. Os dados são do levantamento do R7, feito com base em informações dos boletins de ocorrência disponibilizados pela SSPSP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo).